Foto; Apresentação do professor Dr. Edson Soares Fialho
O Blog apresenta trabalhos dos licenciandos do curso de Geografia da UFV, junto as Escolas: Colégio Municipal Rio Branco (Visconde do Rio Branco -MG) e Dr. Mariano da Rocha (Teixeiras-MG).
domingo, 17 de dezembro de 2017
Oficina: Transformações de uma cidade, o caso de Teixeiras/MG
A oficina ocorreu no dia 22/11/2017 no evento Semana da vida, na Escola estadual Dr. Mariano da Rocha, ministrada pelo professor Dr. Edson Soares Fialho, que coordenou um espaço de diálogo e discussão durante uma apresentação histórica da cidade de Teixeiras/MG, evidenciando aspectos físicos, econômicos, sociais da cidade. Como também sua questão política após a emancipação.
Atividade prática: Análise da temperatura (°c) e Umidade Relativa do ar(%) do dia 23/10/2017 ao dia 27/10/2017, na cidade de Teixeiras/MG
O trabalho consistiu numa atividade de coleta dados de temperatura (°c) e Umidade relativa do ar na cidade de Teixeiras/MG dos dias 23/10/2017 ao dia 27/10/2017. Trabalho esse construído em conjunto com os alunos do dos 1° anos da Escola estadual Dr. Mariano da Rocha, no sentido destes compreenderem todo o processo de construção de um climograma, desde a coleta de dados, a construção do gráfico, só que adaptado, visto que o climograma é constituído das variáveis de temperatura e precipitação, e o gráfico em questão a ser construído iria possuir dados de temperatura e umidade relativa do ar como já foi salientado.
Etapas:
1. O primeiro passo foi a implantação de um mini abrigo no espaço da horta da escola, contendo o equipamento Hobo Data logger, equipamento esse que mede temperatura e umidade do ar, que coletou dados do dia 23/10/2017 ao dia 27/10/2017.
2. O segundo passo foi passar os dados obtidos pelo equipamento para o programa Hoboware, a qual foi gerado uma planilha com os dados e gráfico.
3. o Terceiro passo foi calcular a média de cada dia dos dados, uma vez que o equipamento mede de hora e hora, tanto temperatura quanto umidade do ar.
4. O quarto e último passo, foi a análise desses dados e discussão, como também a construção do gráfico na cartolina e apresentação para as demais turmas que passaram pelo conteúdo Dinâmicas climáticas.
Foto: Implantação do mini abrigo com o equipamento Hobo data logger
Foto: Construção do gráfico e discussão dos dados
Foto: Alunos participantes da atividade
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA - COLÉGIO MUNICIPAL RIO BRANCO
Évelyn Freire da Silva
Geovanna Laura Januário
Talita Teixeira da Costa
No dia 22
de novembro de 2017, no Colégio Municipal Rio Branco, foi realizada uma oficina
de Turbante para os alunos do 7º e 6º ano dos turnos matutino e vespertino em
referência ao dia da Consciência Negra (20 de novembro). Segundo Dandara
Barbosa, escritora do site Blogueiras Negras, o turbante é um acessório que
simboliza luta, empoderamento, identidade e, principalmente, resistência do
povo negro, e dentre seus vários significados, um deles é a ancestralidade, nos
tempos antigos foi uma necessidade e atualmente faz um resgate histórico que
gera representatividade da identidade negra, se tornando um instrumento
político através da estética.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Dia da Consciência Negra - Colégio Municipal Rio Branco
No dia 22 de novembro de 2017 no Colégio Municipal de Rio
Branco, no período vespertino recebemos a presença do projeto Akewi ministrado
pela Clara Costa de Viçosa onde foram expostos diversas poesias e a pratica da
oralidade foi trabalhada, mostrando aos alunos do 7° e 6° anos artes dos
movimento negro e um histórico sobre o hip hop e suas vertentes, incluindo a
poesia na qual foi a mais evidenciada. Uma
das poesias declamadas pela convidada
foi a seguinte:
Compositor: Eduardo Taddeo
Arranjador e Intérprete: Yzalú
Mulheres Negras (Letra)
Enquanto o couro do chicote cortava a carne, a dor metabolizada fortificava o caráter;
A colônia produziu muito mais que cativos, fez heroínas que pra não gerar escravos matavam os filhos;
O sistema pode até me transformar em empregada, mas não pode me fazer raciocinar como criada;
Não fomos vencidas pela anulação social, sobrevivemos à ausência na novela, no comercial;
Lutam pra reverter o processo de aniquilação que encarcera afros descendentes em cubículos na prisão;
Enquanto mulheres convencionais lutam contra o machismo, as negras duelam pra vencer o machismo, o preconceito, o racismo;
Pelo processo branqueador não sou a beleza padrão, mas na lei dos justos sou a personificação da determinação;
Não existe lei Maria da Penha que nos proteja, da violência de nos submeter aos cargos de limpeza;
De ler nos banheiros das faculdades hitleristas, fora macacos cotistas;
Se um dia eu tiver que me alistar no tráfico do morro, é porque a Lei Áurea não passa de um texto morto;
Navios negreiros e apelidos dados pelo escravizador falharam na missão de me dar complexo de inferior;
Não sou a subalterna que o senhorio crê que construiu, meu lugar não é nos calvários do Brasil;
Não quero um pote de manteiga ou um xampu, quero frear o maquinário que me dá rodo e Uru;
Não precisa se esconder segurança, sei que cê tá me seguindo, pela minha feição, minha trança;
Sei que no seu curso de protetor de dono praia, ensinaram que as negras saem do mercado com produtos em baixo da saia;
Mulher negra não se acostume com termo depreciativo, não é melhor ter cabelo liso, nariz fino;
Fazer o meu povo entender que é inadmissível, se contentar com as bolsas estudantis do péssimo ensino;
Cansei de ver a minha gente nas estatísticas, das mães solteiras, detentas, diaristas.
O aço das novas correntes não aprisiona minha mente, não me compra e não me faz mostrar os dentes;
Podem pagar menos pelos os mesmos serviços, atacar nossas religiões, acusar de feitiços;
Nossos traços faciais são como letras de um documento, que mantém vivo o maior crime de todos os tempos;
Fique de pé pelos que no mar foram jogados, pelos corpos que nos pelourinhos foram descarnados. Menosprezar a nossa contribuição na cultura brasileira, mas não podem arrancar o orgulho de nossa pele negra;
Não deixe que te façam pensar que o nosso papel na pátria, é atrair gringo turista interpretando mulata;
Dia da Consciência Negra - Colégio Municipal de Rio Branco
Geovanna Januario
Evelyn Freire
Talita Costa
No dia 22 de novembro de 2017 no período vespertino, no
colégio municipal de Rio Branco foi evidenciado o dia da consciência negra, comemorado
no dia 20 de novembro, onde um grupo de grafite e manifestação urbana de viçosa
chamado Grafias Á Margem, atuo levando aos alunos atividades de grafites onde
imagens e personagens influenciadores do movimento negro tanto no Brasil quanto
no mundo foram destacados e enaltecidos. Contando um pouco sobre suas histórias
e mostrando aos alunos um breve histórico da cultura do grafite.
Dia da Consciência Negra - Colégio Municipal Rio Branco
Dia da Consciência Negra - Colégio Municipal Rio Branco
Geovanna Januario
Evelyn Freire
Talita Costa
No dia 22 de novembro de 2017 foi realizado no Colégio Municipal de Rio Branco uma atividade interativa com os alunos 7° do período da
tarde e da manhã e 6° da tarde do ensino
fundamental na qual consistiu em trazer manifestações culturais e um debate etno-racial
sobre o papel da população negra no Brasil e qual sua importância dentro de
tantas histórias omitidas.
Como no 20 de novembro é considerado o dia da consciência negra a atividade mostrou a importância de Zumbi e Dandara dos palmares para a construção da sociedade Brasileira e toda sua história de luta contra o preconceito racial. A relação entre as músicas manifestações criadas nas periferias foram levadas como exemplo mostrando como ainda dentro da sociedade existe relatos de racismo e situações consideradas como crime, colocando bem em evidência como essas atitudes devem ser evitadas tanto dentro quanto fora das escolas.
Banner apresentado no SIA - 2017
Banner apresentado no SIA (Simposio de Integração Academica - UFV) pelo bolsista Vinícius Vieira de Almeida, que atua na escola E.E. Dr Mariano da Rocha
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