sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O IDH e a pobreza no Brasil

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é um dado utilizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para analisar a qualidade de vida de uma determinada população. Os critérios utilizados para calcular o IDH são:

- Grau de escolaridade: média de anos de estudo da população adulta e expectativa de vida escolar, ou tempo que uma criança ficará matriculada;

- Renda: Renda Nacional Bruta (RNB) per capita, baseada na paridade de poder de compra dos habitantes. Esse item tinha por base o PIB (Produto Interno Bruto) per capita, no entanto, a partir de 2010, ele foi substituído pela Renda Nacional Bruta (RNB) per capita, que avalia praticamente os mesmos aspectos que o PIB, no entanto, a RNB também considera os recursos financeiros oriundos do exterior;

- Nível de saúde: baseia-se na expectativa de vida da população, reflete as condições de saúde e dos serviços de saneamento ambiental.

O Índice de Desenvolvimento Humano varia de 0 a 1, quanto mais se aproxima de 1, maior o IDH de um local.

De acordo com dados divulgados em novembro de 2010 pela ONU, o Brasil apresenta IDH de 0,699, valor considerado alto, e atualmente ocupa o 73° lugar no ranking mundial. A cada ano o país tem conseguido elevar o seu IDH, fatores como aumento da expectativa de vida da população e taxa de alfabetização estão diretamente associados a esse progresso.

No entanto, existem grandes disparidades sociais e econômicas no Brasil. As diferenças socioeconômicas entre os estados brasileiros são tão grandes que o país apresenta realidades distintas em seu território, o que torna irônica classificar o país com alto Índice de Desenvolvimento Humano.






terça-feira, 8 de setembro de 2015

TOPOGRAFIA E TECNOLOGIA, LandscapAR app!

Excelente ferramenta para trabalhar curvas de nível e relevo em sala de aula, testado e aprovado o aplicativo para sistema Android LandscapAR. Nova forma de app de realidade aumentada que transforma desenhos em uma paisagem 3D.
"Após uma breve explicação sobre curvas de nível e cartas topográficas o aluno deve fazer um desenho simples com uma caneta preta em um papel branco representando uma "carta topográfica" da sua imaginação.
Depois com a representação da "carta topográfica" em uma superfície escura e com o app devidamente instalado em seu celular ou tablet você produz o efeito do relevo.
Você pode salvar as imagens dos terrenos produzidos e em um projetor discutir a formação de cada uma com os seus alunos."

Click no link para fazer download do app: http://goo.gl/xzS4OX


 

Palestra sobre papel reciclado

      A palestra sucedeu-se na Escola Estadual Dr Mariano da Rocha na cidade de Teixeiras ministrada pelas alunas do curso de geografia Mábia Floresta e Maria Luzia da qual o público alvo era contemplado por alunos do 8ºano do ensino fundamental com idades entre 13 e 14 anos cujo tema é “Impactos do uso do papel no meio ambiente e reciclagem”. Logo após a palestra foi realizada uma atividade que tinha por objetivo fazer arte com folhas de revistas que já não tinham mais utilidades. Eles tiveram a liberdade de escolher o desenho que modéstia parte ficaram excelentes.
     No terceiro e último momento foi disponibilizado um pequeno vídeo de como fazer papel reciclado em casa.





Domínios morfoclimáticos

      Nos dias 18 e 25 de março foi realizado na escola Estadual Dr Mariano da Rocha na cidade de Teixeiras uma atividade do projeto geocine para os estudantes do 7º ano do ensino fundamental sobre domínios morfoclimáticos. Em um primeiro momento foi disponibilizado um pequeno vídeo educativo cujo o assunto si referia as florestas tropicais, logo após houve tempo para debates onde os alunos participaram bastante.
      No dia 25 foi realizada a parte pratica do projeto geocine na qual os estudantes divididos em grupos construíram um quebra cabeça com as macrorregiões do Brasil, depois de montando eles coloriram o mapa delimitando cada domínio inclusive a faixa de transição. O trabalho ficou excelente e foi possível perceber que ele serviu de base para os estudos em sala e também nas provas.



sexta-feira, 4 de setembro de 2015

A História das Coisas....

Você já assistiu o curta : A HISTÓRIA DAS COISAS ? Não ? Ele fala da obsolescência das coisas que consumimos, da moda , publicidade e a mídia e sua influência sobre nós. E principalmente da nossa falta de tempo… Mostra ainda :

“A extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.

História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.

História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.”




quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Construindo o Planeta Terra

O Planeta Terra está situado na via Láctea e faz parte do sistema solar, de todos os planetas integrantes somente a Terra possui temperaturas favoráveis ao desenvolvimento e proliferação da vida, isso por que nosso planeta não é muito quente e nem muito frio. Em circunstâncias normais a temperatura média da Terra é de 15ºC.

A Terra realiza diversos movimentos, porém os principais são os de rotação e translação. O primeiro corresponde a um movimento que a Terra realiza em torno de si mesma e que requer vinte quatro horas para ser concretizado, esse é responsável pelo surgimento dos dias e das noites.
O segundo corresponde ao movimento que a Terra realiza em torno do sol e para completá-lo são necessários 365 dias e 6 horas e 366 dias nos anos bissextos, as seis horas são somadas ao longo de quatro anos, totalizando 24 horas ou um dia. O movimento de translação é responsável pelo surgimento das estações do ano, essa variação no clima corresponde às posições que a Terra se encontra em relação ao sol em determinados períodos do ano.

O Planeta Terra é composto por camadas que partem desde a superfície terrestre até o núcleo, desse modo são denominadas litosfera, crosta, manto, astenosfera, núcleo externo e núcleo interno. Todas essas camadas são formadas por diferentes tipos de minérios e gases, embora os principais sejam: ferro, oxigênio, silício, magnésio, níquel, enxofre e titânio.

A respeito da formação do Planeta Terra existem duas explicações: o evolucionismo e o criacionismo, o primeiro se baseia na teoria do Big Bang e o segundo acredita na criação divina, ou seja, criada por Deus.

Atualmente, a teoria mais aceita perante a classe científica é de que o planeta Terra teria sua formação a partir do agrupamento de poeira cósmica, logo depois houve um aquecimento promovido por grandes reações químicas, essa junção formou corpos maiores devido à gravidade. A gravidade existente atraiu alguns gases formando assim uma espécie de atmosfera primitiva.

Os elementos que favorecem a vida na Terra são chamados de Biosfera ou “esfera da vida”, essa é composta pela litosfera, atmosfera e hidrosfera formada há aproximadamente 3,5 bilhões de anos. Os elementos citados interagem entre si e com os seres vivos presentes no planeta Terra (animais, vegetais e o homem).

Características gerais do planeta Terra:

Diâmetro total do planeta: 510 milhões de quilômetros quadrados.

Distância em relação ao sol: aproximadamente 150 milhões de quilômetros.

Terras emersas: 149 milhões de quilômetros quadrados.

Área dos oceanos e mares: 360 milhões de quilômetros quadrados.

Profundidade média dos oceanos: 3.795 metros.

Velocidade média da órbita: 29,79 quilômetros por segundo.

Idade da Terra: cerca de 4,5 a 5,0 bilhões de anos.

Ponto mais alto da Terra: Everest, localizado no Nepal (China).

Estações do ano no hemisfério sul: Verão (21 de dezembro a 21 de março);
Outono (21 de março a 21 de junho);
Inverno (21 de junho a 23 de setembro);
Primavera (23 de setembro a 21 de dezembro).

Média de nascimentos no mundo:

Por segundo: 3 nascimentos.
Por minuto: 178 nascimentos.
Por hora: 10.665 nascimentos.
Por dia: 255.953 nascimentos.


Veja o vídeo e irá compreender a fragilidade do sistema Terra.


terça-feira, 1 de setembro de 2015

Vulnerabilidade social cai, mas ainda é alta no Norte e no Nordeste, diz Ipea

O Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) no Brasil caiu 27% entre 2000 e 2010, segundo estudo divulgado nesta terça-feira (1º) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O indicador que mede a exclusão social da população passou de 0,446 para 0,326 em uma década. Com o resultado, o Brasil passa da faixa de alta vulnerabilidade social para a faixa média do índice.

O estudo reúne 16 parâmetros de infraestrutura urbana, saúde, educação, renda e trabalho. Quanto maior o índice, piores são as condições de vida da população. O levantamento atualiza o índice dos 5.565 municípios brasileiros, segundo avaliação feita em 2010.




A quantidade de municípios com vulnerabilidade social baixa ou muito baixa subiu de 638 para 2.326 em dez anos, segundo o documento. Os municípios com alta ou muito alta vulnerabilidade, que eram 3.610 em 2000, somaram 1.981 em 2010. A melhoria foi mais intensa nos indicadores de trabalho e renda, e menor na área de infraestrutura urbana, segundo o Ipea.

Ao analisar os dados, o instituto reconhece a permanência de "um quadro de disparidades regionais", com a concentração das populações "mais vulneráveis" no Norte e no Nordeste. O problema se agrava em estados como Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Pernambuco, Rondônia e em parte da Bahia.

Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, cerca de metade dos municípios está na faixa de baixa vulnerabilidade social, com IVS entre 0,2 e 0,3. A melhoria no índice nacional é impulsionada pela região Sul, que tem 341 municípios (28,7% do total) na faixa "muito baixa", inferior a 0,2.

Prosperidade social
O relatório divulgado pelo Ipea faz a relação entre o IVS e o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) – atualizado pela última vez em 2013 –, em um conceito chamado de "prosperidade social".

Apesar da melhora nos indicadores, 1.307 municípios, ou 23,48% do país, estão na faixa de prosperidade social muito baixa, com IDHM baixo e vulnerabilidade alta. Desse número, 8 em cada 10 municípios estão na região Nordeste. Apenas 2,9% dos municípios nordestinos têm prosperidade alta ou muito alta, diz o relatório.

Na outra ponta do índice, 1.677 municípios (30,13% do total) têm prosperidade social muito alta, com IDHM alto e IVS baixo. O número também tem forte impacto das regiões Sul e Sudeste, responsáveis por nove em cada dez municípios "muito prósperos.

"O conjunto de mapas e gráficos demonstra que a melhoria nas condições de prosperidade social não ocorreu de forma homogênea em todo o território nacional. Enquanto a maior parte dos municípios do centro-sul do país avança para os níveis mais altos da combinação entre alto desenvolvimento humano e baixa vulnerabilidade social, os municípios do Norte e Nordeste permanecem, em sua maioria, à margem do desenvolvimento enquanto processo capaz de reduzir a vulnerabilidade social", diz o relatório.

"Isso evidencia a existência de um país polarizado, com realidades, necessidades e prioridades distintas, que devem ser mais profundamente investigadas a fim de superar as, ainda existentes, desigualdades regionais", diz a parte do texto que encerra a publicação.